09/05/2020 às 14h26min - Atualizada em 09/05/2020 às 14h26min

Zecão e a saudade!

ADRIANO SANTOS
Quem conhece o Futebol de Uberlândia e não conhece o José Elias Curi Ana Gonçalves, carinhosamente chamado por Zecão sabe da saudade e dos serviços prestados ao futebol.

Zecão foi ex-jogador do Ituitabana, Taubaté, Vila Nova, Rio Branco, Vitória e tantos outros, mas é ídolo do Verdão.

Além de fundamental personagem de 1984, que foi a nossa maior conquista, Zecão deixou sua história em Ituiutaba, encerrando sua história lá em Patrocínio.

Além de muito querido, Zecão era sempre aquele tranquilo, que você tinha acesso e poderia aprender.

Lembro de passar todos os dias passando pela Av. José Rezende da Costa, no coração de Uberlândia, bairro Santa Maria, na esquina, em um barzinho lá estava Zecão, de prontidão ao cumprimento, de fala fácil quando assunto era o Futebol.

O filho do seu Agenor, Zecão, pós-futebol, estreou na supervisão, na área técnica, no comando farto, nas poucas palavras e muito ensinamento.

Na área técnica, ajudou o Uberlândia Esporte Clube a retornar à primeira divisão em 2014, badalou a sequência do garoto Bruno Henrique, o principal jogador do Brasil hoje jogando no Brasil, atleta do Flamengo e da Seleção Brasileira de futebol.

As lembranças do dia 28 de Março de 1984, mais de 20 mil pessoas no estádio, time de Moacir, Luizinho, Batista, Zecão e Batata, time do Chiquinho, Eduardo e Carlos Roberto, time do Touro, do Vivinho, Tairone, Maurim e tantos outros.

Os cronistas da cidade lembram da heroica defesa em cima da linha no título de 1984, a Taça CBF, defensor nato e contribuinte da história dessa cidade os anos se passa e a saudade fica.

Seu José deixou uma família apaixonada pelo esporte e pelo futebol, filhos que trabalham com a mesma paixão do Pai.

Nilo e Neto memoráveis e vivos na função de técnicos, onde são e foram importantes dentro das categorias de base do Uberlândia Esporte Clube, Gina, professora de Educação Física pela Universidade Federal de Uberlândia e a saudade de Dona Luzdelma, a quem forma a família Curi.

Uberlândia tem muita dificuldade de reconhecer seus ídolos, de ser atenuante, frequente, assídua e honrosa com seus ídolos.

As referências precisam ser sempre lembradas, afinal Uberlândia tem inúmeros desportistas que são a história a glória e os valores de tantas gerações que se quer conhecerão os Zagueiros, Goleiros, Karatecas, Salonistas, Basqueteiros, Nadadores e inúmeras referências da cidade.

Que viva o Zecão, e a saudade de sempre.

Viva a Paixão Futebol.



Esta coluna é de responsabilidade do autor e não representa, necessariamente, a opinião do Diário de Uberlândia.


 
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