18/06/2017 às 05h15min - Atualizada em 18/06/2017 às 05h15min

Por que as mulheres andam, infelizmente, tão bravas?

KELLY BASTOS* | COLUNISTA

MEDITAÇÃO

Ao Senhor, meu Deus, que pode todas as coisas, toda honra e todo louvor!

 

BOM DIA

A alegria é contagiante!

Bom dia, pessoal! Ninguém está livre de ter problemas. Por mais que a gente lute contra, uma hora a dificuldade surge. Mas, em vez de perder tempo reclamando de tudo, melhor se encher de vontade para buscar logo uma solução – sem nunca tirar o sorriso dos lábios. Sorrir é um santo remédio! À medida que vivemos esperando o melhor, entendemos que as coisas ruins acontecem, porém são passageiras. O importante é encarar a vida mais descontraidamente, sorrindo e se divertindo. Rir ajuda a olhar o problema de frente. E vê-lo sob outro aspecto diminui o peso. Quem esbanja alegria encontra o que procura e conquista o que deseja, porque vê possibilidades em tudo. A alegria de viver nos acalma, nos conforta e nos dá tranquilidade diante de qualquer situação. Não à toa, o sucesso acontece sempre para quem aposta no lado feliz da vida. É isso: a alegria é divina... e contagia! Quanto mais se espalha, maior é a presença dela na sua vida. Pode acreditar! Boa semana!

 

COMPORTAMENTO

Por que as mulheres andam, infelizmente, tão bravas?

Leiam o título, novamente! Leram? Isto te parece familiar? Pois é. Sempre ouvimos reclamações de amigas  sobre os parceiros grosseiros, dos que não conversam, dos que são autoritários, ou daqueles que têm hábito de dar ordens, nunca de pedir ou colaborar.

Mas, atualmente, a maior queixa, crescente, entre os casais é: mulheres bravas, falando em tom autoritário, com intolerância e agressividade. Você é uma das que se incluem nesse círculo? A pergunta é: o que vem acontecendo com essas mulheres? Por que será que isso ocorre, já que as questões socioculturais e de gênero nunca foram estímulo para esse comportamento? Segundo os psicólogos, vários fatores levam para as causas das queixas: muitas mulheres desenvolvem uma postura mais agressiva, com tom autoritário, por terem vivido situações nas quais se sentiram pouco atendidas ou pouco ouvidas por seus parceiros em suas necessidades. Muitas passam a alimentar uma mágoa (tristeza com raiva), o que alimenta o tom autoritário. Outra causa é o cansaço acumulado com a tripla jornada (trabalho profissional, doméstico e papel de mãe orientadora/professora particular), sem receberem ajuda do parceiro. O fato de terem sido traídas pode desenvolver uma postura de raiva que as leva a ter atitudes exigentes, controladoras ou autoritárias.

Outras, acostumadas, em suas vidas profissionais a ter que tomar decisões, coordenar equipes, orientar grupos, acabam levando esse comportamento para os relacionamentos, e passam para as pessoas a imagem de uma mulher brava e/ou mandona. Os homens reagem a essas posturas de diferentes formas. Muitos alimentam a ideia de que "mulheres ficam chatas" e passam a ignorar suas atitudes - o que poderá deixá-la mais irritada. Outros podem se irritar, e isso desencadear uma disputa de poder entre o casal, gerar atitudes agressivas que desgastam o vínculo e faz o afastamento se instalar na relação. Espero que mulheres e homens que se percebem vivendo esses padrões de relacionamento, parem de se enfrentar. Está na hora de parar para conversar e ouvir as necessidades do outro afetivamente. Aprendermos a valorizar o que cada um tem de bom, esse é o segredo, final!

 

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