01/08/2019 às 07h57min - Atualizada em 01/08/2019 às 07h57min

O turismo e a internacionalização de Uberlândia

MINAS GUIDE

Que Uberlândia é reconhecida nacionalmente como destino do turismo de negócios, muita gente já sabe. A vocação empreendedora de seus habitantes foi a mola propulsora para construir na cidade a maior infraestrutura turística do interior de Minas Gerais e se transformar na maior geradora de receita do segmento do interior do estado.

De forma dinâmica, essa vocação empreendedora sempre busca oportunidades e encontrou na Economia Criativa a chance de proporcionar novos negócios ou mesmo ampliar aqueles já consolidados. Entre eles, o turismo de aventura tem se destacado na última década.

Para quem não conhece o conceito, é considerada atividade de turismo de aventura, toda aquela que envolva a superação de limites pessoais, de forma recreativa e não de competição. Deve ainda incorporar em sua prática comportamentos e atitudes que evitem e/ou minimizem possíveis impactos negativos ao ambiente.

Com um vasto potencial hídrico e localização estratégica no país, a cidade possui mais de 140 cachoeiras, 15 pontos de mergulho catalogados, parques urbanos, grandes reservatórios e um vasto potencial natural para a exploração de mais de 20 atividades, como caiaque, rapel, pesca esportiva, mergulho, SUPyoga e stand up paddle em água doce.

Com base nessas informações a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo (Sedeit) realizou no Dia Mundial do Turismo e do Turismólogo, a 11ª Maratona do Turismo com o tema Uberlândia Destino de Aventura. A ação teve como objetivo incentivar empresários do setor e em apoio ao Conselho Municipal de Turismo (Comtur), a Prefeitura de Uberlândia reforça a importância do fomento das atividades de aventura na cidade.

De acordo com o planejamento estratégico do setor pela prefeitura, a proposta é transformar em um “destino de turismo inteligente e humano”, ou seja, um destino turístico inovador, cujos pilares são: qualidade de vida, novas tecnologias e sustentabilidade. Os turistas estão cada vez mais exigentes, conectados e possuem maior consciência social e ambiental. Buscam o turismo baseado em experiência e não apenas produtos turísticos.

Percebe-se como essas ações estão completamente inseridas no processo de internacionalização da cidade, no qual poder público, privado, academia e sociedade civil tem reunido esforços para inserir Uberlândia no mapa das smart cities. Como exemplo disso, destaca-se o trabalho realizado pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico de Uberlândia 2100 (CODEN Uberlândia 2100), em especial a Câmara Técnica de Câmara Técnica de Atração de Investimentos/ Internacionalização.


*O conteúdo desta coluna é de responsabilidade do autor e não representa, necessariamente, a opinião do Diário de Uberlândia.

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