13/04/2020 às 14h14min - Atualizada em 13/04/2020 às 16h15min

Divisão de câmeras Sony vira uma nova empresa da multinacional japonesa

Apostando no crescimento de vendas das câmeras mirrorless, Sony adota nova estratégia para sua divisão de câmeras e cria uma empresa à parte, a Sony Electronics Corporation.

DINO
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Câmera sony mirrorless ideal para fotos e vídeos


Há cerca de duas semanas, a multinacional japonesa, Sony, anuncia que irá separar a sua divisão de câmeras dos demais produtos da corporação, criando a partir do dia 1º de abril de 2020, a nova holding, Sony Eletronics Corporation.

Esta nova companhia fará parte do guarda-chuva da marca e deve cobrir uma extensa linha de produtos da Sony, mesclando produtos e soluções de imagem, entretenimento doméstico e som. Comunicações móveis e todas as plataformas de vendas, marketing, manufatura, compras e engenharia e deve atuar com produtos de grande destaque par aa marca como, sistemas de som, produtos de telecomunicação e, obviamente a linha de câmeras.

O objetivo desta mudança, segundo a Sony é “não apenas acelerar a operação integrada de negócios de EP&S (segmento que compõe produtos e soluções de eletrônicos da marca), mas também visa otimizar sua estrutura organizacional, talentos e portfólio de negócios, além de melhorar ainda mais a competitividade e criar novos negócios”.

Atualmente, o grupo Sony é dividido em 7 segmentos distintos:

  1. Jogos e redes de serviço (G&NS);
  2. Musica;
  3. Fotos;
  4. Produtos e soluções de eletrônicos (EP&S);
  5. Imagem e soluções sensoriais (I&SS);
  6. Serviços financeiros;
  7. Outros.

 

Este tipo de estratégia de subdividir suas linhas em empresas separadas não é incomum no mercado, várias corporações criam companhias distintas para suas divisões, mas que respondam sob um mesmo guarda-chuva da marca, ação geralmente adotada para que divisões mais lucrativas não sejam usadas para dar sustentação financeira para as menos lucrativas, mas, o que chama atenção nesta mudança é que ela coincide com o aporte monetário de um influente investidor do mercado, Daniel Loab nas ações da Sony, tendo anunciado o investimento 24h antes do anúncio da divisão da multinacional.

Loab já vinham a muitos anos propondo que fosse feita a divisão da Sony, mas a empresa descartava a hipótese, pois insistiam em manter sua linha de entretenimento e tecnologia sob a mesma unidade, mas segundo rumores, o investidor aproveitou a baixa de preços das ações ocasionados pela pandemia de coronavírus para efetuar a compra de um valor considerável em ações da empresa e esta pode ter sido a saída da Sony separar suas empresas e manter o grande aporte como investimento nos segmentos.

Com a mudança, além da implicação às plataformas globais de vendas e marketing, manufatura, logística, compras e engenharia, a Sony Eletronics Corporation passar a incorporar as três empresas do seu segmento de produtos e soluções eletrônicas (EP&S):

  • Produtos e soluções de imagem
  • Entretenimento e som doméstico
  • Comunicações móveis

Com esta alteração, a Sony esperada não apenas acelerar suas operações integradas de negócios de EP&S, mas também visa uma melhora em sua estrutura organizacional, busca e retenção de talentos e aumento no portfólio de negócios, além de melhorar sua competitividade e criação de negócios.

Para os consumidores, estes devem esperar grande impacto na divisão de câmeras Sony, uma vez que segundo Loab, a empresa deve transferir dinheiro de seus negócios de câmeras para a divisão de entretenimento, ao mesmo tempo que uma divisão no segmento pode e deve resultar numa atuação mais consistente da marca em marketing e vendas, impulsionando a oferta e melhorias continuas em suas soluções de câmeras.

 

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Lilith M. Angel – Redatora na Vixus Marketing, sua agência de marketing de performance, estratégia e formação de marcas fortes para empresas e pessoas.

- Fonte original: Newsshooter.com*



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