10/09/2019 às 11h42min - Atualizada em 10/09/2019 às 11h42min

Cemig inicia ligação de energia em residências do assentamento Glória em Uberlândia

Ação deve beneficiar mais de 15 mil moradores; regularização da rede foi autorizada em maio do ano passado

DA REDAÇÃO
Equipes da Cemig iniciaram a ligação da energia nesta semana | Foto: divulgação/ Cemig

A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) iniciou nesta semana a ligação de energia elétrica em residências do Assentamento Glória, em Uberlândia. As equipes vão efetivar o serviço para os moradores que já instalaram os padrões de entrada de energia e solicitaram a ligação por meio da associação de moradores do bairro.

 

O local já recebeu 405 postes equipados com rede elétrica trifásica e outros equipamentos necessários à distribuição de energia. A Cemig investiu cerca de R$ 2,45 milhões no local. 15 mil pessoas, de 2.350 famílias, devem ser beneficiadas.

 

A Cemig informa também que o cadastro dos moradores na Tarifa Social de Energia Elétrica dá desconto de até 65% na conta de Luz. Para receber o benefício, as famílias devem estar inscritas no Cadastro Único do Governo federal, possuir o número do Número de Identificação Social (NIS) e ter renda per capita de até meio salário mínimo.

 

ENTENDA O CASO

Em 15 de dezembro de 2018, a Universidade Federal de Uberlândia (UFU) oficializou a transferência da área do Campus Glória à Companhia de Habitação do Estado de Minas Gerais (Cohab-MG).

 

A regularização da rede elétrica do Glória foi autorizada em 15 de maio de 2018 com participação, inclusive, do ex-governador Fernando Pimentel. A previsão para o início das obras era em setembro do mesmo ano e a expectativa  da Cemig era de receber entre R$ 40 e R$ 58 por residência, com o consumo de até 200 kw/h por casa.

 

Em 23 de junho de 2019, os 405 postes e rede de energia já haviam sido instalados, mas não havia previsão de quando a iluminação estaria funcionando efetivamente. A expectativa era que as ligações irregulares fossem substituídas a partir de julho. O custo dos padrões de entrada de energia chega a R$ 600 e ainda é um problema para quem vive do lugar, que está em processo de regularização fundiária.


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