15/07/2017 às 05h03min - Atualizada em 15/07/2017 às 05h03min

O esporte, como forma de saúde e lazer

ALBERTO GOMIDE | COLUNISTA
Viola, Edmundo, Estrangão, Paschoall Lorechio, Silvano, Celso Machado, Marquinhos, Banga, Ronaldo, Henrique, Hugsmar, Vicente e Paulino (em pé); Zezinho, Gustavo, William, Ivan Bites, Luiz, Gildo, Carlão e Zé Ilidio (agachados)

 

“Pratiquem esporte, mesmo que não competitivamente, pois é saudável e você faz boas amizades, que duram para o resto da vida” - (Fernando Scherer).

Em seu artigo “A importância da prática esportiva”, Tom Coelho diz que “A atividade física consiste em qualquer movimento do corpo, enquanto o exercício físico equivale ao movimento repetitivo e programado com o propósito de contribuir com a saúde”.

E segue: “Exercícios físicos são muitas vezes praticados com finalidade estética, buscando a redução do peso corporal. Mas constituem um poderoso instrumento de prevenção de doenças, propiciando o aumento da capacidade respiratória, circulatória e da densidade óssea (combate à osteoporose), além de atenuar os índices de estresse e ansiedade, contribuir com a criatividade e a memória, bem como promover a elevação da autoconfiança e da autoestima”.

Isto posto, vamos falar de um grupo de pessoas que encontrou motivos importantes no esporte para a prática da atividade física, com todos os benefícios possíveis. O grupo é originário de um racha que existiu nas Mansões Aeroporto, na chácara do jornalista/radialista Paulo Henrique Petri e do Zezinho, há mais de 25 anos. Com a chegada de participantes mais novos, alguns com idade mais avançada desistiram de fazer o racha, entre eles, o jornalista Celso Machado e o publicitário Carlos Roberto Viola.

Em sua narrativa ao colunista, Viola diz que “um dia, na sauna do Cajubá Country Club, estava com o Celso e o Fernandinho, quando surgiu a ideia de se formar um racha de futebol soçaite no clube. O campo não estava em suas melhores condições, mas foram feitas algumas reformas e adequações, e foi criado o ‘Raxa do Viola’ (com X)”, enfatizou. 

Viola assumiu a frente da ideia, convidando alguns atletas que jogavam no “campão” do Cajubá e que estavam na faixa etária acima dos 40 anos. “Fomos selecionando alguns e a resposta foi imediata. Estava criado o “Raxa do Viola”. Com o tempo, o grupo cresceu em quantidade e qualidade, e já no inicio de 2010 a turma contava com mais de 15 participantes. Hoje, o campo é uma referência na cidade, com a implantação de moderna grama sintética, oferecendo excelentes condições para a prática da modalidade. Os rachas acontecem às quartas-feiras, 19h, e aos domingos, 9h, e o grupo envolve quase 50 participantes. Evidentemente que nem todos comparecerem de maneira permanente, devido contusões e compromissos pessoais.

Esclarece ainda o coordenador Viola, que são realizadas, no mínimo, duas vezes ao ano, uma “Feijoraxa do Viola”, e, para esta finalidade, cada um do grupo participa com R$ 30 por mês. “Nelas participam todas as famílias. É um grupo totalmente heterogêneo, onde prevalece o respeito às diferenças na prática do esporte. O mais importante, na minha opinião, é a aproximação de pessoas que, embora frequentassem o clube, não tinham a menor intimidade com o racha, e muitas famílias foram se agregando e hoje são verdadeiros amigos”, disse, ressaltando que o Cajubá é um clube bem familiar, onde a maioria dos frequentadores se conhece.

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