20/08/2021 às 08h00min - Atualizada em 20/08/2021 às 08h00min

PARALÍMPICOS: CHEFE DE MISSÃO É DE UBERLÂNDIA

ALBERTO GOMIDE
Divlgação
Os Jogos Paralímpicos de Tóquio, no Japão, começam no dia 24 de agosto. Criados na Inglaterra com o intuito de reabilitar militares feridos na guerra, os Jogos Paralímpicos já estão na sua 16ª edição. A primeira vez que aconteceu as competições paralímpicas oficiais foi nos jogos de 1960 em Roma, na Itália. Este ano, O Brasil vai enviar uma delegação com 253 atletas, a maior já enviada para fora do país na história. O atletismo será a modalidade com maior quantidade de competidores. Serão 64 corredores e mais 18 atletas-guias. A natação é a segunda modalidade com maior número de competidores, 35 no total. Na última edição dos jogos em 2016, no Rio de Janeiro, o time paralímpico brasileiro conquistou 72 medalhas no total sendo 14 de ouro, 29 de prata e 29 de bronze.

O uberlandense Alberto Martins da Costa (foto), diretor técnico do Comitê Paralímpico Brasileiro, falando sobre a preparação dos atletas, ressaltou como a tecnologia influencia o esporte paralímpico. “Na realidade a pandemia trouxe um impacto significativo na preparação dos atletas, uma vez que isso mexe no planejamento de treinamento, na periodização do treinamento. Ou seja, essa periodização ela teve que ser remanejada, teve que ser readaptada, uma vez que o planejamento era para 2020. Mas os atletas se prepararam, obedecendo um protocolo bastante rígido no CPB para proteger e cumprir a meta de trabalhos. Todos eles foram vacinados, então a gente está bem otimista em fazer uma grande participação em Tóquio”, disse o diretor.

“Nós temos uma expectativa muito boa. Nós temos um planejamento estratégico que foi feito em 2017 abrangendo dois ciclos, até 2024. É lógico que o ciclo 2017 a 2020 ele foi estendido para 2021, então o próximo ciclo nós teremos só três anos. E esse ciclo ele deu uma encurtada porque nós ficamos aí um tempo significativo sem o treinamento na sua plenitude, mas a expectativa é muito boa. Nós temos uma expectativa de continuar figurando o Brasil entre as 10 maiores potências do mundo. Então a gente acredita que realmente vamos ter uma grande participação”, acrescentou Alberto Martins.


UBERLANDENSES NA DELEGAÇÃO
 
Nem todos nasceram em Uberlândia, mas residem nesta cidade há muitos anos e aqui se projetaram no esporte. Veja a lista completa:

Professor Alberto Martins da Costa, natural de Uberlândia, Chefe de Missão do CPB.
Silvio Soares dos Santos, natural de Belo Horizonte (MG), coordenador técnico do CBP. 
Rodrigo Parreira da Silva, natural de Rio Verde (GO) – Associação dos Paraplégicos de Uberlândia – APARU – Atletismo.
Gustavo Carneiro Silva, natural de Uberlândia, do Praia Clube – Tênis em Cadeira de Rodas.
Raphael Oliveira de Moraes, natural de Uberlândia, coordenador técnico da Confederação Brasileira de Tênis.
Lara Aparecida Ferreira Sullivan de Lima, natural de Uberlândia, do Clube Desportivo para Deficientes de Uberlândia – CDDU – Halterofilismo. 
Weverton Lima dos Santos, técnico, natural de Ituiutaba (MG).
Vander Fagundes, fisioterapeuta, natural de Uberlândia.
Mateus Rodrigues Carvalho, natural de Uberlândia – Bocha – do CDDU.
Oscar Carvalho, natural de Uberlândia – calheiro ou assistente esportivo.
Jovanna Morais Costa, natural de Uberlândia – calheira ou assistente esportivo.
Nadadores e técnico do Praia Clube:
Gabriel Bandeira, natural de Indaiatuba (SP).
Gabriel Melone de Oliveira, natural de Cubatão (SP).
João Pedro Brutos de Oliveira, natural de Uberlândia.
Laila Suzigan Abate, natural de Uberlândia.
Ruan Felipe Lima de Souza, natural de Taubaté (SP).
Vanilton Antônio do Nascimento Filho, natural de Goiânia (GO).
Alexandre Silva Vieira, técnico, natural de Canápolis (MG).
 

Este conteúdo é de responsabilidade do autor e não representa, necessariamente, a opinião do Diário de Uberlândia.
 
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