“Eu sofri bastante, estou com medo até agora de ter uma sequela com o meu filho. Foi depois disso tudo acontecer que a UAI Martins me pegou para fazer atendimento. Nem consegui pegar ele na hora. Foi muito humilhante e traumatizante. Fiquei cheia de sangue, o corredor ficou cheio de sangue. Eles não deram nenhum tipo de assistência e nem atenção”, disse Francislaine.