24/11/2021 às 10h26min - Atualizada em 24/11/2021 às 10h26min

5 empresas que estão de olho na agenda ESG

RUBIA B. CASTRO | ESPECIAL PARA O DIÁRIO
Pixabay
Por conta da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP-26), tem se falado bastante de estratégias para cuidar do meio ambiente. Porém, para as empresas, as exigências já começaram há algum tempo.
 
A agenda ESG (Environmental, Social e Governance) é um conjunto de práticas sociais, sustentáveis e de governanças que tem se tornado comum entre as companhias. Além de ajudar a construir um mundo melhor, as ações são bem vistas pelo público. Embora ainda não tenha um padrão internacional relacionado com isso, parte dos investidores da bolsa de valores tem priorizado as
empresas que seguem a agenda ESG.

 
 
No Brasil, existem várias marcas estão adotando boas práticas nesse sentido. Confira estes exemplos!
 
Natura

Não é de hoje que a Natura se preocupa com o meio ambiente. Sempre focada em soluções positivas para o planeta, a marca de cosméticos foca na produção sustentável e na valorização da flora local - tanto que possui linhas específicas voltadas para a Amazônia. Além disso, já faz tempo que a marca possui uma
versão online da Revista Natura. Por não precisar de papel e ser mais sustentável, esse tipo de divulgação representa o futuro e, por isso, é provável que substitua por completo as comunicações físicas.

Recentemente, a Natura divulgou que começará a fazer a entrega de produtos por drone em 2022. Dessa forma, a companhia espera zerar as emissões líquidas de carbono até 2030.
 
Americanas
Outra empresa que tem adotado a agenda ESG é a Americanas S.A. Desde este ano, a companhia possui seções no site com itens certificados e de impacto social positivo. Ou seja, os consumidores poderão escolher o que comprar produtos cujas empresas lutam pelo planeta.

Além disso, as Americanas S.A possui metas de compensação de emissão para gases do efeito estufa e pretende ser carbono neutro até 2025. Para isso, a empresa tem realizado várias ações, inclusive a entrega de produtos com uma frota ecoeficiente.


Schneider Electric
De acordo com o Índice de Sustentabilidade Schneider 2021-2025, a multinacional francesa focada em distribuição elétrica está adotando diversas práticas visando a preservação ambiental. O grupo acelerou a divisão sustentável, por exemplo, além de utilizar a tecnologia para monitorar o uso energético.

O objetivo da companhia é contribuir para a descarbonização. Isso pode ser feito por meio da convergência digital e, consequentemente, para o aumento da eficiência e diminuição do gasto de energia.
 
Suzano
Uma das mensagens levadas pela Suzano à COP-26 é a de que não se pode esperar por 2050. Embora muitas metas tenham sido estabelecidas para esse ano, o ideal é que organizações e governos se antecipem.

 
Por isso, a empresa possui as próprias metas, e já está na dianteira da inovação. Uma das novidades anunciada este ano é a criação de uma fábrica que terá tecnologia artificial. Na prática, a nova unidade será otimizada para a produção, autossuficiente em energia limpa e cumprirá os conceitos da agenda ESG. Isso explica em parte o porquê a Suzano é destaque global em sustentabilidade.

Movida
Apesar de estar em um dos segmentos mais desafiadores para a sustentabilidade, o de transportes, a Movida tem se destacado pelos compromissos assumidos. Entre os objetivos da locadora estão tornar-se carbono neutro até 2030 e carbono positivo até 2040.

Para isso, a Movida realizou o plantio de mudas de árvores no Corredor Araguaia em 2020 e em 2021, incorporou carros elétricos na frota e muito mais. O esforço foi reconhecido, e no ano passado, a companhia se tornou a primeira locadora a receber a Certificação de Empresa B, uma espécie de prêmio americano que reconhece as empresas de impacto positivo.
 
Mais do que nunca, pensar no futuro do planeta tem sido importante. Seja dentro ou fora da COP-26, muitas empresas estão definindo as próprias metas e estabelecendo estratégias para serem sustentáveis na medida do possível.
 
 
Essa publicação é de responsabilidade do autor e não representa necessariamente a opinião do Diário de Uberlândia
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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