09/09/2021 às 15h03min - Atualizada em 09/09/2021 às 15h03min

Aprender um novo idioma

Nos dias atuais, é preciso ir além. O professor tem que estar muito bem preparado, e a escola precisa ter como aliada abordagens modernas que aguçam a curiosidade do aluno

Vanessa Firmino*
PUBLIEDITORIAL

Aprender um novo idioma é desafiador para muitas pessoas e exige dedicação e paciência. Para garantir que o aluno tenha um bom aprendizado e para continuar despertando seu interesse durante todo o curso, é importante que o professor tenha boas qualificações, conhecimentos, habilidades e criatividade em sala de aula, principalmente quando se trabalha com turmas de idades e perfis diferentes. Por isso, investir no treinamento e na capacitação dos professores torna-se, a cada dia, mais urgente.

 

Na Casa Thomas Jefferson, os professores estão preparados para atender a essas necessidades. A escola é referência em capacitação de profissionais há quase seis décadas, desenvolvendo competências essenciais para a sala de aula com diversas abordagens de ensino, entre elas a aprendizagem centrada no fazer (Maker-Centered Learning – MCL).

 

Esse diferencial da Thomas, que recebe, diariamente, crianças, jovens e adultos em seus programas regulares e oferece também cursos preparatórios para certificações internacionais, trouxe reconhecimento internacional, pela excelência em treinamento e desenvolvimento de professores, além de uma capacidade de pensar diferente de acordo com as transformações do mercado e as demandas dos alunos.

 

Um exemplo disso é a criatividade das nossas ações, que permite estimular o estudante no seu aprendizado. É o caso do Thomas Maker, que marca a era do aprendizado colaborativo, do estímulo à criatividade e à experimentação, resgatando o conceito do "aprender fazendo". Durante a pandemia, as atividades do Maker fizeram a diferença, pois levamos desafios divertidos para nossos alunos que estavam em casa, promovendo descontração, conexão humana e aprendizado.

 

Atenta às necessidades do mercado, a Thomas ainda utiliza outras duas abordagens de ensino: a Aprendizagem Baseada em Projetos (Project-Based Learning – PBL) e Aprendizagem Integrada de Conteúdos e de Língua (Content and Language Integrated Learning – CLIL).

 

Adotada em diversos países desenvolvidos que também enxergam a educação como o caminho para um mundo humano, sustentável e compassivo, a abordagem PBL ajuda o estudante a ser o protagonista de sua aprendizagem. Assim, ele desenvolve competências que vão além do ensino da língua inglesa, proporcionando o desenvolvimento e habilidades estruturantes, como trabalhar por meio de projetos e com um grupo de indivíduos diversos, dar e receber feedback, pesquisar e utilizar a criatividade e autenticidade na construção de um produto final concreto e aplicável no dia a dia de qualquer um de nós.

 

E com o ensino bilíngue se consolidando cada vez mais no sistema de Educação, a abordagem CLIL é a mais indicada para uma aula na qual o aluno vai adquirir e desenvolver a língua inglesa por meio de matérias escolares, uma vez que o CLIL busca integrar o ensino de conteúdos acadêmicos e a língua alvo, nesse caso, o inglês. Além do conhecimento e prática da abordagem, o curso também oferece exercícios que preparam o aluno para fazer o exame da Cambridge chamado TKT CLIL (Teaching Knowledge Test - CLIL).

 

A utilização dessas abordagens no ensino mostra que é preciso acompanhar as mudanças, entender as novas formas de interação entre as pessoas e perceber a evolução da relação ensino-aprendizagem, tendo sempre como foco um aprendizado amplo, consistente e, principalmente, para toda a vida.

 

* Vanessa Firmino é Gerente da Casa Thomas Jefferson em Uberlândia


Essa publicação é de responsabilidade do autor e não representa a opinião do Diário de Uberlândia

 
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