01/09/2021 às 10h36min - Atualizada em 01/09/2021 às 10h36min

Mostra de cinema debate representação feminina

Evento online é promovido pela ONG SOS Mulher e Família em Uberlândia

DA REDAÇÃO
Ìyámàpó – Amapoa é uma obra libertária que retrata “mulheridades” na contemporaneidade | Foto: REPRODUÇÃO
A Organização não Governamental (ONG) SOS Mulher e Família, em parceria com o projeto Circulação: Mulheres em Foco, realiza a 1ª Mostra Cinema Lilás. O objetivo é debater sobre a pouca representação feminina em produções audiovisuais.
 
Nesta primeira edição foram disponibilizados os links de três filmes: Mulher de Juan, Sobre ratos, maridos e pulgas (com integrantes do Projeto Mulheres em Foco) e  Ìyámàpó – amapoa (realizado por Rubia Bernasci por intermédio da Lei Aldir Blanc). Os links ficarão disponíveis durante um um mês.
 
No dia 23 de setembro, às 19h30, será promovido um encontro virtual entre mulheres para debater sobre o tema. Veja abaixo mais informações sobre os filmes disponíveis.
 
FILMES
 
ÌYÁMÀPÓ – AMAPOA

SINOPSE
Ìyámàpó – Amapoa é uma obra libertária que engloba performance, fotografia, poesia e cinema para retratar “mulheridades” na contemporaneidade, tendo como livre inspiração percepções da filosofia iorubá sobre criação e arte. A pesquisa para confecção dessa obra envolveu também uma busca a respeito das proteções que as mulheres levam ao sair de casa. Sabendo que a rua sempre reserva desagradáveis surpresas.
 

SOBRE RATOS, MARIDOS E PULGAS
SINOPSE
Em um espaço manicomial, uma interna revela um conjunto de lembranças carregadas por amargas experiências relatadas em cartas escritas por três diferentes mulheres. Deste modo, as paredes de um quarto frio servem de confessionário para seus dramas. A perda de uma filha, a ausência de uma mãe e os horrores da guerra se tornam os sussurros do que antes eram apenas desabafos escritos no papel.
Classificação indicativa: 14 Anos

MULHER DE JUAN 

SINOPSE
Uma mulher ofuscada que vive uma trágica e complicada relação com um renomado artista que está prestes a morrer e decide eternizar seu amor com a criação de uma obra de arte. O texto da boliviana Cláudia Eid Asbun possui várias camadas, mas principalmente, confronta os limites entre a arte e o amor, a invisibilidade e o protagonismo da mulher, uma representação reflexiva sobre os papéis sociais de gênero, as relações de poder e modos de agir de uma artista transitando entre o real e o imaginário.

 
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