20/03/2020 às 00h00min - Atualizada em 20/03/2020 às 08h00min

Superliga feminina é encerrada sem campeão

Seis clubes e a comissão de atletas votaram pelo fim do campeonato, contra dois votos contrários

FOLHAPRESS E AGÊNCIA CBV
A Superliga feminina 2019/2020 não terá um campeão. A Confederação Brasileira de Voleibol se reuniu nesta quinta-feira (19), por videoconferência, com as oito equipes que se classificaram para os playoffs.

Seis clubes e a comissão de atletas votaram pelo fim do campeonato, contra dois votos contrários. O torneio foi paralisado no último fim de semana, antes do início da fase quartas de final, em razão da pandemia do novo coronavírus.

Neste caso, não há campeão e a classificação final respeita a de momento. Também por votação, ficou definido que a Superliga Banco do Brasil 2020/2021 não terá ranking (sete votos contra quatro), e, ainda, que os clubes terão a possibilidade de contratar até três estrangeiras (seis votos contra cinco) – neste caso, os dois clubes que não estavam classificados para o playoff também têm direito a votação, diferente da decisão pelo fim do campeonato, já que Flamengo e Pinheiros não estariam mais na disputa.

Após o fim da reunião, a temporada 2019/2020 termina desta forma: Dentil/Praia Clube (MG), Sesc RJ, Itambé/Minas (MG), Sesi Vôlei Bauru (SP), Osasco Audax São Cristóvão Saúde (SP), São Paulo/Barueri (SP), Fluminense (RJ), Curitiba (PR), Pinheiros (SP), Flamengo (RJ), Valinhos Vôlei (SP) e São Cristóvão Saúde/São Caetano (SP).

A decisão da maioria dos clubes se baseia principalmente no fato de que boa parte dos contratos das atletas vale por apenas uma temporada nacional (de agosto até abril). Assim, sem uma perspectiva de retorno do esporte no país tão cedo, eles não teriam como manter o vínculo com as jogadoras e continuar pagando seus salários.













 
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