09/12/2019 às 12h45min - Atualizada em 09/12/2019 às 12h45min

Polícia Civil prende quatro suspeitos de roubos em fazendas na zona rural de Uberlândia

Prisões ocorreram em Centralina (MG), no assentamento Veríssimo (MG) e em Mirante do Paranapanema (SP), resultado da 2ª fase da Operação O Pagador

GIOVANNA TEDESCHI
Polícia disponibilizou fichas criminais dos suspeitos em coletiva na manhã de hoje (9) | Foto: Giovanna Tedeschi

A Polícia Civil prendeu, neste fim de semana, quatro suspeitos de roubos em fazendas na região rural de Uberlândia. Dois foram encontrados em Centralina (a cerca de 130 km de Uberlândia), um no assentamento Veríssimo (na zona rural da cidade) e outro em Mirante do Paranapanema (SP). São dois jovens, sendo um de 19 e um de 21 anos, e dois homens, de 33 e 48 anos.

 

A prisão é resultado da 2ª fase da Operação O Pagador, desencadeada em novembro deste ano. Em setembro, os quatro renderam funcionários de uma fazenda na região de Miraporanga e roubaram um trator e um caminhão, além de implementos agrícolas, ferramentas e algumas máquinas.

 
Polícia conseguiu recuperar caminhão | Foto: Polícia Civil/ divulgação
 

“Tudo começou quando um deles pediu socorro. O carro dele teve um problema na estrada vicinal e pediu socorro nessa fazenda. Os empregados prontamente o ajudaram e ele aproveitou o momento deste socorro para fazer um levantamento nessa propriedade rural e ver o que poderia ser roubado e como esse roubo iria ocorrer”, afirmou o delegado-chefe do 9º Departamento de Polícia Civil de Uberlândia, Marcos Tadeu de Brito, em coletiva de imprensa na manhã desta segunda-feira (9).

 

Os agentes conseguiram recuperar os materiais e identificar os suspeitos e, com o auxílio da Polícia Civil de São Paulo, prendê-los simultaneamente. Primeiro foi pedida a prisão temporária e depois a prisão preventiva. Dois deles já estavam em prisão domiciliar, mas continuaram praticando crimes. “O que nós temos? Um verdadeiro desrespeito desses delinquentes não só para com nossa sociedade, mas principalmente para com o Poder Judiciário. Eles não obedecem, não acatam as recomendações judiciais”, salientou Brito. O delegado ainda disse que as fichas criminais dos quatro são extensas.

 

A partir de agora, é desencadeada a 3ª fase da operação, que pretende continuar as investigações e responsabilizar os responsáveis pela receptação dos materiais.





 

 

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