14/09/2018 às 13h40min - Atualizada em 14/09/2018 às 13h40min

Família uberlandense decide ficar em casa

DA REDAÇÃO
Maior rede de supermercados de portas fechadas | Foto: Divulgação
Os uberlandenses Leandro Mendonça Novais e Valéria Manzan vivem há cerca de três anos em Goose Creek, que fica a cerca de 40 minutos do litoral da Carolina do Sul. É a terceira experiência que eles passam com alertas de furações. “Temos o sistema de nos manter alertas e abastecidos. Devido a isso, não tivemos muitos transtornos. Houve um grande alarme na cidade e devido ao movimento atípico do furacão. O comum é que eles venham da Florida e subam a costa. Desta vez, ele veio de frente pegando as costas das Carolinas (do Sul e do Norte)”, relata Leandro à reportagem do Diário de Uberlândia. 

Eles só não deixaram a residência por uma razão muito especial.  “Um dos motivos de não sairmos foi o nascimento da nossa Luisa, que completou um mês de vida ontem (quarta-feira, 12). Das outras vezes que tivemos que evacuar, vivenciamos muitos transtornos. Não se acha lugar para ficar, todo mundo fugindo para a mesma direção, hotéis lotados e confusão. Com a Luisa preferimos ficar aqui”, disse.

Por fim, além de água e comida, o reforço no estoque da casa da família uberlandense teve ainda cerveja e carne para comemorar o primeiro mês da pequena. Houve ainda o cancelamento do voo dos pais de Leandro, que estão na cidade para conhecer a neta e agora só devem embarcar no próximo domingo. Então, escondidos do que deve se tornar uma tempestade tropical, haverá uma festa por lá.

Mesmo com a maior rede de supermercados fechando as portas no começo da semana, Valéria diz que se sente segura. Houve falta de gás, água, porém tudo foi restabelecido. Ela afirma que “de modo geral, no Estado e em todo país há muita informação. Isso nos dá segurança para permanecer aqui”.



Leandro e Valéria com a pequena Luisa e os avós paternos
Foto: Divulgação
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