22/05/2018 às 16h28min - Atualizada em 22/05/2018 às 16h28min

Prefeitura de Uberlândia anuncia retomada do Programa Tchau Aluguel

VINÍCIUS LEMOS | REPÓRTER
Superintendente regional da Caixa, Luis Carlos Alves, em anúncio da retomada do Tchau Aluguel | Foto: Valter de Paula/Secom/PMU
  
Com um orçamento de até R$ 1 bilhão, a Caixa Econômica Federal, o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba (Sinduscon-TAP) e a Prefeitura de Uberlândia pretendem dar início na construção de até 10 mil casas populares entre 2018 e 2020 pelo Programa Tchau Aluguel. O projeto, como adiantado pelo Diário de Uberlândia no último sábado (19), teve sua primeira etapa lançada na manhã de ontem pelo Município. Nesse primeiro momento, o investimento será de cerca de R$ 300 milhões para a construção de 3,7 mil novas habitações para famílias com renda de até R$ 2,6 mil.

Não há uma localização definida para a construção das novas casas no programa habitacional. Duas empresas assinaram o protocolo de intenções de obras durante o lançamento, cada uma com a finalidade de construir cerca de 1,7 mil unidades. Mas segundo o Prefeito Odelmo Leão, estas não serão as únicas construtoras a participarem. “O edital foi lançado agora, está aberto. Todas as que se interessarem em vir para o programa, a condição dada é de que [as casas] sejam no perímetro urbano”, afirmou.

Na edição do dia 15 deste mês, o Diário Oficial do Município trouxe o edital de chamamento público para empresas interessadas em participar do cadastramento de áreas para construção das unidades habitacionais. A sessão pública de entrega dos envelopes com a documentação está marcada para o dia 29 deste mês.

Ainda na manhã de terça, a Prefeitura repassou para a Caixa cerca de 3,6 mil cadastros pré-aprovados para que fossem escolhidas as famílias que farão parte da primeira etapa do Tchau Aluguel, que estão dentro da faixa 1,5 do Minha Casa, Minha Vida. O subsídio da Caixa para esse novo programa também é diferente. Enquanto na faixa 1 o governo entra com até 90% do valor da moradia, na faixa 1,5 essa participação depende da renda da família contemplada.

Os imóveis nessa faixa têm condições melhores do que os empreendimentos da faixa 1, tendo dois quartos, sala, cozinha, banheiro e valor médio de R$ 128 mil.
 
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