05/07/2017 às 16h00min - Atualizada em 05/07/2017 às 16h00min

Santa Genoveva amplia infraestrutura e serviços prestados

DA REDAÇÃO
Foto: Divulgação

 

Organizações mais complexas do setor saúde, os hospitais têm funções que atravessam um período de rápidas mudanças, envolvendo questões sociais, emprego, ensino e pesquisa. Em Minas Gerais, são 682 hospitais operando, sendo 24 em Uberlândia, segundo o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). No último dia 02 de julho, comemorou-se nacionalmente o Dia do Hospital. O Diário do Comércio aproveita a data e destaca avanços empreendidos em 2017 por uma das mais expressivas instituições de saúde da cidade, o Hospital Santa Genoveva.

Com mais de quatro décadas de história, a organização segue investindo em inovação para responder às demandas das novas gerações, promovendo a saúde em amplo sentido. Atualmente, o Santa Genoveva está empenhado na expansão da infraestrutura de internação e preparando a implantação do primeiro serviço particular de transplante de medula óssea do Triângulo Mineiro, mantendo a tradição de pioneirismo preservada desde a fundação, em 1975.

O Santa Genoveva dispõe de cerca de 120 leitos operacionais para internação. Em agosto, a instituição inicia a construção de 72 novos leitos, com previsão de inauguração em dezembro de 2018. O orçamento do projeto é de R$ 20 mi. “Este avanço ultrapassa o Santa Genoveva, é um salto de qualidade na internação em Uberlândia e região, diante do déficit de leitos que há em instituições particulares. Também é um salto de qualidade, se levado em conta o padrão de hotelaria, que vai acompanhar os melhores hospitais do país”, disse o CEO da instituição, Carlos Clayton Lobato.

Outro passo importante dado pela instituição é a implantação do serviço de transplante de medula óssea. “Recebemos a visita do Ministério da Saúde avaliando as instalações e estamos aguardando o parecer técnico do órgão”, afirmou Lobato. “Seremos pioneiros no procedimento dentro dos hospitais privados no Triângulo Mineiro, o que contribui para minimizar o estresse ligado a esse tipo de terapia que, no caso dos pacientes da nossa região, é agregado aos transtornos de deslocamento”, disse o diretor clínico da organização, Geraldo Carneiro Junior.

Pioneirismo é uma marca do Hospital Santa Genoveva. Em fevereiro deste ano, a organização ingressou na Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), sendo o primeiro hospital do Triângulo Mineiro a figurar entre o seleto grupo de hospitais associados, como Beneficência Portuguesa e Hospital Albert Sabin. “Este é um canal fundamental de troca de informações, que abre portas para congressos e grupos de trabalho em diferentes áreas, como Tecnologia da Informação e Recursos Humanos, além de possibilitar a compra conjunta de insumos junto aos melhores hospitais do País”, afirmou o CEO do Santa Genoveva.

A gestão do hospital também iniciou neste ano um processo de governança clínica buscando a certificação canadense Qmentum. “A proposta é implantar um protocolo de atendimento que segue quatro pilares - segurança do paciente, envolvimento com o entorno, criação de times de liderança e planejamento estratégico. Dessa forma, caminhamos rumo às metodologias internacionais de excelência, que orientam os padrões de alta performance em qualidade e segurança”, afirmou Geraldo Carneiro Junior. A organização já conta com certificado da Organização Nacional de Acreditação (ONA).

 

AMPLIANDO ATUAÇÃO

Santa Genoveva oferece tratamento de quimioterapia

Em outubro de 2016, com um investimento de R$ 1,5 milhão, o Santa Genoveva ingressou em nova área de atuação, quando iniciou o novo serviço de oncologia. “Até então, não fazíamos tratamento ambulatorial de quimioterapia. O paciente se internava no hospital e recebíamos o quimioterápico de uma clinica da cidade”, disse o CEO do Hospital Santa Genoveva, Carlos Clayton Lobato.

“Buscando a excelência no atendimento, o Santa Genoveva adquiriu uma cabine para manipulação de medicamentos injetáveis, chamada Capela Estéril, projetada para criar áreas de trabalho estéreis para a manipulação de medicamentos  que não possam sofrer contaminação, garantindo a segurança da manipulação e do paciente”, disse o diretor clínico do complexo, Geraldo Carneiro Júnior. A instituição trabalha com cancerologistas de renome e dispõe de 10 leitos individuais para pacientes que necessitam de quimioterapia.

 

TECNOLOGIA DE PONTA

Complexo hospitalar conta com sala híbrida

Em agosto de 2015, a instituição implantou a primeira sala cirúrgica híbrida de Minas Gerais, dotada de um equipamento inteligente, que possibilita ao médico maior visibilidade durante cirurgias. “Este aparelho faz imagens que são transmitidas em segundos para telas ao redor do médico, guiando seus movimentos”, afirmou o diretor clínico do Hospital Santa Genoveva, Geraldo Carneiro Junior.

Trata-se de um avanço tecnológico voltado especialmente para radiologia intervencionista, neurocirurgia, cirurgia cardíaca e de coluna, que permite a realização de procedimentos híbridos, ou seja, de cirurgias abertas, realizadas por incisão na pele, e percutâneas, quando são abertos pequenos orifícios para acesso. A sala conta ainda com mesa cirúrgica que executa mais de 100 posições, além do sistema de radiologia AlluraClarity, que reduz em até 70% o índice de emissão de radiação em procedimentos.


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