
O jornalista Igor Castanheira traz seu olhar sobre temas relacionados a inclusão e acessibilidade.
A semente da singularidade foi plantada esta semana. Com o lançamento do documentário “Uma Palavra Singularidade e não Deficiência”, uma reflexão profunda sobre como a sociedade enxerga a inclusão entra em discussão.
Será que uma palavra pode mudar a forma como enxergamos a inclusão? Será que a sociedade está preparada para criar uma forma mais ampla e positiva de incluir? É melhor nos sentirmos únicos ou inferiores?
Histórias de famílias que aprenderam e evoluíram com o inesperado trazem um contexto de que a coragem nos faz acolher o desconhecido e o medo se transforma em um amor incondicional.
Karol, Clarice, Vera, Sandra, Ana Claudia e Cyntia representam milhares de famílias que acolhem o filho e aprendem com a singularidade do filho. Porém a sociedade tem dificuldade em receber essa singularidade. Neste momento, a deficiência surge ao encontrar o mundo que não reconhece essa diversidade humana.
O medo da sociedade transforma a forma com que a pessoa irá se desenvolver. Será que a singularidade traz uma sensação de pertencimento? Já a deficiência nos limita. Mas será que a sociedade quer mudar?
No documentário exibido no Cineteatro Nininha Rocha, em duas sessões, o público saiu impactado e disposto a olhar o outro com mais ternura e empatia. Agora, o filme deve seguir para festivais e outras plataformas.
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