07/01/2016 às 11h19min - Atualizada em 07/01/2016 às 11h19min

Em despedida, Renato Augusto torce por sucesso do Corinthians na temporada, mas sem Ralf

Meia torce para que volante o acompanhe ao Beijing Guoan, da China

esporte.uol.com.br
Divulgação

Renato Augusto reiterou diversas vezes que, mesmo atuando no futebol da China, seguirá torcendo pelo sucesso do Corinthians. Mas, por uma adaptação mais fácil ao Beijing Guoan e à cidade de Pequim, espera que Ralf o acompanhe até o outro lado do mundo.

“É um amigo pessoal que fiz aqui. Claro que ficaria feliz se ele fosse para o mesmo time que eu. Ele comentou que estava em negociação, não sei se fechou. Cabe a ele decidir o que é melhor. Ele e os representantes dele vão saber escolher”, comentou o meio-campista.

Os dirigentes do Beijing Guoan já dão como certa a chegada do cabeça de área, que está no Corinthians há seis anos. A direção alvinegra ainda não dá a transferência como sacramentada, porém já trabalha com a convicção de que o histórico camisa 5 não permanecerá.

Jadson foi outro que topou atuar na China, e Elias também tem a possibilidade de cruzar o planeta. Seja como for, já está desfeito o meio de campo responsável pela conquista do último Campeonato Brasileiro com três rodadas de antecedência e uma pontuação recorde.

“Não existe jogador insubstituível. Acharam que o Corinthians não era favorito porque o Paolo, o Sheik e o Fábio foram embora. E o time foi campeão brasileiro, talvez o título mais difícil do mundo”, recordou Renato, botando fé na luta pelo título da Copa Libertadores. “Pela força do time, da camisa, da torcida, não deixa de brigar, não.”

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