
O jornalista Igor Castanheira traz seu olhar sobre temas relacionados a inclusão e acessibilidade.
Na pressa do dia a dia, esqueço-me do tempo, apressado nos afazeres e desfrutando pouco do tempo que passou, vou vivendo como todo mundo, engolindo sem mastigar, olhando para baixo e esquecendo de enxergar quem está do lado ou a minha frente.
O tempo que perdi ou não aproveitei não será esquecido, mas o futuro sempre planejei e nunca chegou, um dia será presente. Arrependimentos e frustrações ainda não sei quais serão, contudo as conquistas comemoradas nesta trajetória serão lembradas como se fossem atuais.
Sei que o futuro e cheio do passado e o presente são as marcas de um caminho. Precisamos festejar mais no presente para que a saudade não nos mate e que a nostalgia não nos consuma.
Dizer que viver é simples é um clichê, mas é real. Contudo a pergunta que fica é, vivemos por um propósito ou para sobreviver? E mais? Viemos em busca de qual felicidade? O tempo nem sempre pode nos responder.
