03/05/2022 às 08h10min - Atualizada em 03/05/2022 às 08h10min

Cantor uberlandense, Arthur Xará, lança single que enaltece o cerrado

“Mato Verde” foi gravado com imagens do Parque Municipal Victório Siquierolli

REDAÇÃO | DIÁRIO DE UBERLÂNDIA
Nova produção do artista é um agradecimento ao bioma do cerrado de Minas Gerais | Foto: Nadson dos Santos
Depois de lançar um EP, o cantor uberlandense Arthur Xará lançou, na última semana, o single “Mato Verde”, que inaugura o seu segundo DVD, intitulado “A Casa é Cerrado”. O clipe da música foi gravado com imagens captadas no Parque Municipal Victório Siquierolli, em Uberlândia, e pode ser conferido nas principais plataformas digitais.

De acordo com o artista, a nova produção comprova a importância da natureza em sua vida. De mudança para a cidade de São Paulo, ele conta que quis valorizar o bioma do cerrado para nunca esquecer de suas raízes. “Independentemente de onde eu estiver, minha cabeça e minha casa sempre estarão aqui”, disse.

Na música, é possível entender o comentário de Arthur Xará, conforme o segundo verso. “No matagal para elevar o meu astral/a energia do cerrado é meu quintal/
a onda é leve
, good vibe, natureza/ a alma canta, o coração tem mais clareza/longe da correria, eu vou correr atrás/de ser feliz/seu tempo é você quem faz/Há tanta coisa aqui para gente conhecer/obra de Deus/eu vou agradecer”.

A produção musical de Mato Verde ficou sob a responsabilidade de Newton Fonseca, conhecido por trabalhos com artistas renomados, como Gusttavo Lima, Leonardo e Zé Felipe. Segundo Xará, o novo single traz sonoridades diferentes para o reggae brasileiro.

“O Newton é um dos maiores produtores do Brasil. Estamos com ele desde 2017, quando fazia turnês como guitarrista e arranjador. Ele é um hitmaker que a gente tem a honra de ter no nosso time. Ele dá um toque diferente, com outra visão de mercado, mais ampla. Acho que essa junção vai dar bem certo”, falou Arthur Xará.

Com sete músicas inéditas, o DVD “A Casa é o Cerrado” conta com o incentivo da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Uberlândia, sendo a segunda parte da trilogia de lançamentos que começou com o EP “Som de Caxu”, em 2021, e termina com o álbum “Som de Fogueira”, previsto para sair ainda este ano. A ideia, de acordo com Xará, é provar que o reggae também vem do interior, é mineiro e não apenas litorâneo ou praiano, sendo uma ode à valorização do cerrado de Minas Gerais.


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