21/01/2022 às 12h18min - Atualizada em 21/01/2022 às 12h18min

Quadrilha acusada de aplicar golpes no comércio é presa em Uberlândia

Autores usavam documentos falsos para realizar compras online, realizar a retirada em lojas físicas e revender os produtos

DA REDAÇÃO
Grupo comprava eletro e eletrônicos pela internet e retirava os produtos com documentos falsos para depois revender I Foto: Divulgação/PCMG
Uma quadrilha acusada de aplicar golpes no comércio foi presa em Uberlândia nesta semana. A detenção de cinco pessoas, divulgada nesta sexta (21), foi realizada após investigação da Polícia Civil (PC) de casos que aconteciam desde 2021 na cidade. Segundo a PC, somente no último ano o prejuízo causado foi de aproximadamente R$ 48 mil.

De acordo com a PC, utilizando de documentos falsos, o grupo comprava produtos eletro e eletrônicos, tablets, telefones celulares e até bicicletas pela internet, retiravam os produtos nas lojas físicas, usando documentos falsos, e revendiam os bens de maneira virtual.

Com base nas informações colhidas, a investigação concluiu que o bando era o mesmo que havia aplicado o golpe neste mês em várias lojas de Uberlândia. O grupo é composto por três homens e duas mulheres, que moram nos bairros Alisson Prieto (Assentamento Glória) e Parque São Jorge e têm idades entre 18 e 23 anos.

Nos endereços, os investigadores apreenderam cinco televisores, dois ar-condicionados, uma bicicleta, dois aparelhos de som e mais 13 telefones celulares, muitos ainda se encontravam em caixas. Em uma das residências, também foram apreendidos materiais usados na confecção de documentos falsos.

Os autores foram presos em flagrante e serão indiciados por crimes de falsificação de documento público, uso de documento falso, associação criminosa, estelionato e, sendo condenados, podem pegar penas de até 15 anos de prisão. Os cinco foram conduzidos para o Presídio Professor Jacy de Assis – Uberlândia 1, onde ficarão à disposição do Judiciário.

A polícia continuará apurando se a quadrilha aplicou o golpe em outras lojas da cidade pois, até o momento, não se sabe quantas compras fraudulentas foram realizadas e em quais estabelecimentos.

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