08/07/2021 às 21h10min - Atualizada em 08/07/2021 às 21h10min

Projetos autorizam o Município a contratar empréstimos de R$ 205 milhões

Executivo deverá investir os recursos em infraestrutura, saneamento, mobilidade urbana e saúde

SÍLVIO AZEVEDO
Projeto foi aprovado pela Câmara em primeira discussão I Foto: Aline Rezende/CMU
A Câmara Municipal de Uberlândia aprovou em primeira discussão um projeto de lei que autoriza o Município a contratar empréstimo de R$ 200 milhões junto ao Banco do Brasil para realizar investimentos nas áreas de infraestrutura, mobilidade, saneamento e desapropriações por parte do Departamento Municipal de Água e Esgoto (DMAE).

Além de obras de melhorias no sistema de tratamento de esgoto, principalmente devido a reversão da vazão da bacia do rio Araguari, com a construção da Estação Elevatória de Esgoto Aclimação, e, ainda, do aumento de efluentes gerados, provocados pelo crescimento urbano acentuado, também haverá investimento em transporte e mobilidade urbana.

O aumento da rede cicloviária no município também faz parte do projeto, com a implantação de novos trechos. O projeto usa como justificativa a implantação de novos loteamentos nos últimos anos.

SAÚDE
Também foi votado e aprovado em primeira discussão um outro projeto de lei que autoriza o Município a contratar um empréstimo de R$ 5 milhões junto ao Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) para a ampliação das instalações da maternidade do Hospital Municipal de Uberlândia, unificando atendimento às gestantes, que hoje fazem a última etapa do pré-natal na UAI (Unidade de Atendimento Integrado) Martins.

“Assim, para que essa assistência durante o pré-natal e o parto seja otimizada e mais adequada e humanizada, faz-se necessária a ampliação das instalações físicas da Maternidade do HMMDOLC, para que as gestantes não tenham que ir até a UAI Martins com posterior transferência ao nosocômio”, diz o texto do projeto.

As duas propostas, que totalizam empréstimos de R$ 205 milhões, deverão ser aprovadas em segunda discussão para serem sancionadas pelo Executivo.



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