01/08/2019 às 18h17min - Atualizada em 01/08/2019 às 18h17min

Congresso Nacional de Capoeira é sediado em Uberlândia e Araguari

Evento é realizado pelo Conselho da Capoeira do Triângulo Mineiro (Concatrir)

BRUNA MERLIN
Oficinas, palestras e debates fazem parte da programação | Foto: Concatrir/Divulgação
A partir desta quinta-feira (1º), o Conselho da Capoeira do Triângulo Mineiro (Concatrir) realiza a terceira edição do Congresso Nacional de Capoeira e Cultura Popular. A programação acontecerá em Uberlândia e Araguari e receberá participantes de diversos municípios brasileiros. 

De acordo com o presidente do Concatrir, Atan Gonçalves de Sousa, o objetivo é promover um encontro entre a população capoeirista e fornecer uma troca de interatividade e conhecimento sobre a cultura. “Nossa expectativa é receber cerca de 2 mil pessoas, além da população da cidade que se interessa pelo esporte e pela história”, explicou ele.

O evento contará com diversas atividades como palestras, homenagens, debates, oficinas de capoeira e horarias. O congresso é aberto à população e gratuito. 

O primeiro dia do evento será iniciado com solenidade na Câmara Municipal de Araguari, a partir das 18h30. Na sexta-feira (2), a programação será realizada na Câmara Municipal de Uberlândia às 19h. Já no sábado (3), os interessados poderão participar das atividades, que começam às 8h, no campus Santa Mônica da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). A programação completa pode ser conferida na página oficial do Facebook do 
Concatrir.

PATRIMÔNIO CULTURAL
Além de ressaltar a importância da prática de capoeira na cidade, o Congresso Nacional de Capoeira & Cultura Popular 2019 visa mostrar e comemorar a conquista da lei que reconhece o esporte como patrimônio cultural de Uberlândia

A legislação foi promulgada na Câmara Municipal de Uberlândia no mês de maio deste ano. Ela prevê a aplicação de medidas e incentivos, por parte do Poder Público, a fim preservar as características da expressão cultural na cidade.

Atan ressalta que a categoria sempre enfrentou dificuldades desde o preconceito, por se tratar de uma manifestação afro, até a falta de incentivos para ampliar as atividades na cidade. “Conquistamos um novo passo com o reconhecimento da cultura e, agora, esperamos que os incentivos sejam realmente aplicados”, comentou o presidente.

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