09/07/2019 às 08h33min - Atualizada em 09/07/2019 às 08h33min

“Touch” é um convite a exercer a empatia e também a sua própria sensibilidade

Série está disponível na plataforma de streaming Netflix

ADREANA OLIVEIRA
Foto: Divulgação

O frio dos últimos dias acaba sendo um convite para ficar em casa, sob o aconchego dos cobertores, uma bebida quente ou um vinhozinho e o controle remoto da televisão na mão. Em plataformas de streaming opções não faltam para acalentar seus dias.

Para os assinantes da Netflix, o Diário de Uberlândia indica uma série que está prestes a sair do catálogo da plataforma, fica até 1º de janeiro. Trata-se de “Touch”, que no Brasil ganhou o subtítulo de “Visões do futuro” e foi exibida entre 2012 e 2013 pela Fox.

Em duas temporadas que somam 26 episódios de cerca de 43 minutos cada, o telespectador será apresentado ao menino Jake Bohm (David Mazouz). Aos 11 anos ele não fala, mas tem uma inexplicável relação com os números. A mãe morreu no 11 de Setembro em Nova York e o pai, o jornalista Martin Bohm (Kiefer Sutherland)  – que deixou de exercer a profissão – tenta estabelecer contato com o filho.

Acontece que a habilidade de Jake é mesmo um dom. O menino percebe padrões que interligam a vida de pessoas em diferentes partes do planeta. E ele não está sozinho. A cada episódio conhecemos novos personagens, outros perduram até o final da série e é exatamente o que interliga essas histórias que torna a série tão atraente.

Tem drama, ação e uma série de conflitos éticos que fazem com que o telespectador alterne os momentos de empatia para com um ou outro personagem, a começar pelo próprio Martin.

Sutherland faz um ótimo trabalho como o pai que faz de tudo em busca de uma verdadeira conexão com o filho. E mesmo sem falar, Mazouz transforma Jake em um menino intrigante, tenso e cheio de possibilidades. O menino tornou-se mais famosos após o fim da série, ao ser escolhido para viver Bruce Wayne em “Gotham,” que está na quinta temporada.


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