30/08/2018 às 15h59min - Atualizada em 30/08/2018 às 15h59min

Reunião define novidades da Superliga Feminina

Playoffs agora serão disputados em série melhor de três jogos, inclusive na final

ÉDER SOARES
Representantes das 12 equipes se reuniram para definir o regulamento | Foto: CBV/Divulgação
Representantes das 12 equipes confirmadas na Superliga Feminina de Vôlei 2018/2019 estiveram reunidos, em São Paulo (SP), para definição de regulamento e tabela da próxima edição do campeonato. Houve alteração no formato dos playoffs, que, agora, serão disputados em série melhor de três jogos, inclusive na final.

Dentil/Praia Clube (MG), Sesc (RJ), Minas Tênis Clube (MG), Osasco/Audax (SP), Hinode Barueri (SP), Pinheiros (SP), Sesi Vôlei Bauru (SP), Fluminense (RJ), São Cristóvão Saúde/São Caetano (SP), BRB/Brasília (DF), Balneário Camboriú (SC) e Curitiba Vôlei (PR) estiveram com o superintendente e a gerente de competições de quadra da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), Renato D’Avila e Cilda D’Angelis.

Na reunião ficou definido que a Superliga Feminina terá início em meados de novembro e que todo o playoff, inclusive a grande final, será decidida em série melhor de três jogos. A previsão de datas para as três partidas que definirão o campeão da temporada é dias 20 e 27 de abril e, se preciso, 4 de maio - modificações poderão ser feitas em função da televisão. 

Também foi decidido que a premiação individual da Superliga Feminina 18/19 será por posição, e não mais por fundamento, formando, assim, a seleção do campeonato. Além disso, serão premiadas a melhor jogadora de cada final, com o Troféu Viva Vôlei, e a melhor atleta da competição.
Renato D´Ávila reforçou que a grande novidade para a próxima temporada diz respeito ao playoff nas fases de quartas de final, semifinal e a decisão.

“Contamos com a presença de todos os 12 participantes, os 10 classificados da temporada passada, mais os dois times que vieram da Superliga Série B. Podemos considerar este um dia histórico de mudanças na competição porque foi aprovado pelos clubes o playoff melhor de três em todas as etapas de finais, e essa é uma condição que não acontecia há muitos anos”, disse o dirigente da CBV. 
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