06/09/2017 às 05h59min - Atualizada em 06/09/2017 às 05h59min

Praia apresenta a oposta americana Nicole Fawcett

Dona de recorde mundial, jogadora é a maior aposta para temporda

ÉDER SOARES | REPÓRTER
Nicole Fawcett diz que opinião de amiga jogadora ajudou na hora de escolher o Praia Clube / Foto: Éder Soares

 

A oposta norte-americana Nicole Fawcett foi apresentada oficialmente ontem pelo Dentil/Praia Clube. A jogadora, de 30 anos, é a última atleta a chegar ao clube. Ela vem como a grande aposta para a disputa da edição 2017/2018 da Superliga Feminina de Vôlei. A estreia do Praia na competição está marcada para o dia 17 de outubro, fora de casa, contra o Rio do Sul (SC).

Esta será a segunda passagem de Fawcett pelo voleibol do Brasil. Em 2011, ela vestiu a camisa do Minas Tênis Clube.

Com 1,93m, a jogadora, que nasceu em San Antonio, no Texas, deixou a sua marca na história do voleibol ao quebrar o recorde mundial de maior pontuadora em uma única partida. Ela marcou 55 pontos em jogo válido pela Liga Sul-coreana de Vôlei.

Fawcett, que é jogadora da Seleção dos Estados Unidos e na última temporada jogou pelo Conegliano (Itália), chegou elogiando a estrutura do clube e não deixou de comentar sobre o clima quente que encontrou em Uberlândia. “Está muito quente aqui, mas com alguns dias conseguirei me adaptar ao clima, sem maiores problemas”, disse.

Sobre os motivos que a levaram a retornar para o voleibol brasileiro, especificamente os motivos de escolher o Praia Clube, ela confessou que contou com uma ajuda extra, quando teve o aval da ponteira Alix Klineman, sua amiga, que jogou nas duas últimas temporadas pelo Praia.

“Tive uma ótima impressão da Superliga quando passei pelo Minas Tênis. Gostei muito do Brasil e da competitividade. E conversando com a Alix, ela me deu boas referências do Praia, da organização e disse que é um dos grandes clubes do Brasil. Aqui espero jogar o meu melhor voleibol e que possamos chegar às finais da Superliga”, disse.

Empolgada com a culinária brasileira, na qual já aprovou o famoso açaí, a oposta garante que se esforçará também para falar novamente o português.

“Acabei enferrujando o meu português, pois fiquei jogando cinco anos na Ásia e dois na Itália, mas espero, o quanto antes, poder me comunicar o melhor possível com o grupo. Hoje, entendo bem mais do que sei falar”, afirmou.


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