18/07/2017 às 05h35min - Atualizada em 18/07/2017 às 05h35min

Uberlândia tem o pior mês em geração de empregos no ano

Junho terminou com saldo negativo de 499 postos formais na cidade

LAYLA TAVARES | EDITORA

Após quatro meses com saldo positivo de criação de postos de trabalho, Uberlândia fechou o mês de junho com diferença negativa de 499 vagas entre o número de contratações e demissões. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram divulgados ontem pelo Ministério do Trabalho.  O resultado do último mês fez com que o resultado do ano também seja negativo, com 245 postos de emprego formal fechados na cidade de janeiro a junho.

Ao todo, 7.392 contratações foram formalizadas em Uberlândia no mês passado ante 7.891 demissões. Os setores que mais demitiram foram o de agropecuária, com saldo negativo de 317 vagas, e o comércio, com saldo negativo de 218 vagas. Pela primeira vez no ano, o setor de serviços demitiu mais do que contratou e encerrou o mês com saldo negativo de 38 vagas.

A construção civil, que no mês de maio teve seu primeiro mês com saldo positivo de criação de vagas, fechou junho com a criação de 79 novos postos de trabalho. A indústria de transformação foi o segundo setor em contratações, com 17 novas vagas.

 

MINAS GERAIS

Minas Gerais teve desaceleração na criação de novos postos de trabalho em junho, mas manteve, pelo segundo mês consecutivo, o topo do ranking nacional.

Em maio, o estado teve saldo de 22.931 vagas com carteira assinada. Já em junho, foram 146.926 contratações contra 131.481 desligamentos no estado – um saldo de 15.445 novos postos. Em segundo lugar do ranking aparece Mato Grosso, que fechou junho com 5.779 novos postos.

Também houve desaceleração nos números nacionais. No último mês, no país, foram criadas 9.821 novas vagas de trabalho. Em maio foram 34.253 postos formais.

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