31/03/2017 às 08h46min - Atualizada em 31/03/2017 às 08h46min

ONG pretende doar mil ovos de chocolate

Doações devem ser feitas às crianças do bairro Shopping Park; produção depende de ajuda

Letícia Petruccelli

Faltam mais de quinze dias para a Páscoa, e enquanto muitos pais já estão preocupados em atender aos pedidos dos filhos sobre qual chocolate comprar, outros, não têm condições de comprar nem mesmo uma caixa de bombons. Mas para não deixar essas crianças apenas olhando os coleguinhas ganhando chocolate, a ONG SOS Doações – Organização Sem Fins Lucrativos - está preparando a produção de mil ovos de chocolate para a Páscoa. Todos serão doados às crianças que moram em bairros mais carentes. “Ano passado nós fomos à ocupação do Glória e este ano ainda não decidimos em qual bairro iremos. Mas, pretendemos ir ao Shopping Park no próprio domingo de Páscoa”, conta a representante da ONG Franciele Luzia Santos.

A entidade existe há cinco anos em Uberlândia e durante o ano recolhem doações de roupas, alimentos, fraldas, móveis e entregam a quem precisar. “Nós prestamos assistências para famílias carentes. Os pedidos das doações chegam até nós. Sempre fazemos uma avaliação se a família realmente precisa e depois começamos a arrecadação para realizar a doação”, explicou Franciele.

No período da Páscoa, a ONG arrecada todo tipo de chocolate para ajudar as crianças. “É uma produção grande para fazermos sozinhos, não temos fins lucrativos. Por isso, precisamos da ajuda para produzir os ovos”, disse. No dia da entrega, as crianças saem na rua e as pessoas da ONG vão fazendo a entrega. Todas as crianças que estiverem presentes recebem os chocolates. 

Quem tiver interesse em realizar doações de ovos, barras, bombons, ou até mesmo dinheiro para ajudar, deve procurar a ONG, na rua Santa Albertino 387, bairro Laranjeiras, ou entrar em contato pelo telefone (34) 9 9780-0164. “Nosso único intuito é levar alegria para quem não tem condições. Mesmo que seja uma felicidade momentânea, mas que faça as crianças e os pais esquecerem os problemas do dia a dia”, disse Franciele.


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