25/12/2019 às 10h22min - Atualizada em 25/12/2019 às 10h22min

Esquadrão 6

KELSON VENÂNCIO
Confesso que há muito tempo não assistia um filme de ação tão intenso como “Esquadrão 6”, em cartaz na Netflix. O longa começa com os personagens já em uma missão de tirar o fôlego. São exatos 20 minutos de pura adrenalina desde o comecinho da projeção. Cenas empolgantes envolvendo muitas perseguições de carros e motos, com acidentes, explosões, tiroteios, lutas e saltos nas alturas.
E esses elementos são características essenciais nos filmes dirigidos e produzidos por Michael Bay que assina esta produção. Mas ao contrário da maioria dos longas dele que eu particularmente não gostei justamente por causa do exagero de catástrofes e explosões (como a franquia Transformers - com exceção do primeiro), “Esquadrão 6” agrada bastante.

Os efeitos visuais são muito bons e as sequências são muito bem feitas e dirigidas, com ângulos impressionantes que captam o perigo constante vivido pelos integrantes da equipe de mercenários. A trilha sonora ajuda a deixar o clima muito mais tenso, empolgando ainda mais o público. A fotografia é belíssima, usando e abusando de cenários urbanos com prédios altos e chiques no meio do deserto.

Mas de nada adiantaria tudo isso se a história não fosse boa. E felizmente ela é. É um grupo de "vingadores" sem poderes especiais, apesar das habilidades que desafiam as leis da gravidade, que combate terroristas sem a intervenção do governo.

Para melhorar a boa aceitação do filme, os atores atuam muito bem. Liderados por Ryan Reynolds, eles têm uma química muito boa e uma pegada cômica bastante satisfatória. Vamos torcer por sequências, mas que Michael Bay continue contido, acertando a mão. Amém?

Nota 8


*Esta coluna é de responsabilidade do autor e não representa, necessariamente, a opinião do Diário de Uberlândia.








 
 
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