27/09/2018 às 09h01min - Atualizada em 27/09/2018 às 09h01min

Entrada do Mion foi um acerto da “Fazenda”

FLÁVIO RICCO | COLABORAÇÃO: JOSÉ CARLOS NERY
Mesmo em se tratando de uma estreia tão recente, não há nenhuma precipitação ao afirmar que a escolha de Marcos Mion para apresentar “A Fazenda” foi um acerto da Record. E nada que possa representar alguma crítica aos seus antecessores, Britto Junior e Roberto Justus. Ao contrário. Os dois, ao jeito de cada um, também deixaram as suas marcas. Guardadas as proporções, com “A Fazenda”, agora, se repete a mesma situação do “Big Brother”, quando trocou Pedro Bial por Tiago Leifert na apresentação. O “sangue novo” não invalida em nada o que foi feito no passado. Trocas que acabam sendo importantes, mas com interferências limitadas no bom ou mau desempenho do programa. Aliás, para ficar só nos dois, se o “BBB” usa e abusa da simplicidade, “A Fazenda” se caracteriza por tornar tudo mais amarrado, preso às tantas regras criadas pela sua produção. Só na estreia, Mion foi obrigado a perder quase 10 minutos falando sobre elas, como se o público tivesse esse interesse ou fosse guardar alguma. Se alguma coisa precisa ser corrigida é bem por aí. Tornar “A Fazenda” mais simples e agradável de se ver.

TV Tudo
Esperança
Leleco Barbosa se reuniu sexta-feira com a direção da Band e ficou aberta a possibilidade de as partes voltarem a conversar no ano que vem sobre a realização do “Cassino do Chacrinha – com Stepan Nercessian”. Se vingar, as gravações serão no Rio de Janeiro.

Desaforo
Por ser bem abaixo da crítica, melhor não perder tempo ou espaço com a propaganda política. Só ela sendo obrigatória para tornar possível a veiculação de tantas aberrações, inclusive de uma figura próxima ao artístico, caso de Tiririca. Se somos feitos de palhaço em rede nacional, é de se imaginar o que ocorre nos bastidores.

Está muito bem
O novo “Popstar” da Globo está com todo jeitão de repetir o sucesso da primeira temporada. Taís Araújo, na apresentação, está fazendo a diferença. Bastante segura na função.

Preparando terreno
Silvio Santos continua mantendo o mesmo ritmo de trabalho, com gravações do seu programa dia sim, dia não. E com isso já chegou a dezembro. Já tem frente suficiente para sair de férias no fim do ano e ficar dois ou três meses fora.

C´est fini
O GloboNews já tem todo seu esquema armado para a cobertura das eleições e apurações, dia 7, em todo o Brasil. Uma escala que irá contemplar a todos, sem direito a folga para ninguém. Trabalho direto para apresentadores, comentaristas e repórteres.

Então é isso. Mas terça-feira tem mais. Tchau!
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